Junta de Freguesia
Forja
Forja
Nicho da Senhora dos Caminhos
Nicho da Senhora dos Caminhos Nicho escavado na rocha, com a imagem da Senhora dos Caminhos, junto à berma da Estrada Nacional 18-1 (Km 13,5), no lugar do Parrascão, em terreno particular.
Capela de Stº. António
Capela de Stº. António Airosa, encimando um esporão da margem direita do Ribeiro da Lavandeira, pequena capela de Santo António tutela o velho bairro do Cimo do Povo e propicia, do seu mirante, uma vista privilegiada sobre a parte central da aldeia e toda a encosta nascente.
Capela de Stº. Antão
Capela de Stº. Antão Edificada sobre um pequeno esporão da encosta nascente, à entrada da aldeia – para quem vem da Guarda –, a pequena capela de Santo Antão dá para um amplo largo onde, nas tardes de segunda-feira da Páscoa, o povo comparecia em romaria, invocando a proteção do santo para as suas colheitas e animais.
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Anunciação
IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA ANUNCIAÇÃO É consagrada a Nossa Senhora da Anunciação, padroeira de Famalicão. Construída no século XVI (e ampliada no início do século XVIII), a igreja terá servido, inicialmente, como capela privativa dos condes de Castelo Melhor, senhores destas terras. É um edifício de planta alongada com nave única e capela-mor retangular, que apresenta, no alçado interior norte, um crucifixo com cerca de 5 metros de altura. Possui uma torre sineira isolada da igreja, adjacente à antiga casa senhorial dos Condes de Castelo Melhor. No interior, destacam-se o altar-mor e o retábulo lateral de talha dourada, dedicado a Nossa Senhora das Dores, única estrutura sobrevivente ao incêndio que, em 1 de novembro de 1994, consumiu todo o edifício e a maior parte do seu recheio patrimonial. Reconstruída em moldes que procuram conciliar a modernidade e a traça original, a igreja acolhe, na sua capela-mor, um vistoso altar-mor em talha dourada, do período da Restauração – em boa hora trasladado do antigo Instituto de Reinserção Social de S. Fiel (Louriçal do Campo, Castelo Branco) cujas instalações foram devastadas por um incêndio em 2017.
O Albardeiro
O ALBARDEIRO Quase todas as famílias de Famalicão tiveram um burro, uma mula ou um cavalo para ajudar nas lides do campo ou nas viagens comerciais. Eram eles que transportavam as gentes e a carga. E precisavam de albardas e alforges. António Ferreira foi o último dos albardeiros. Fez milhares de quilómetros ao longo da vida para construir albardas à medida dos animais
O Alfaiate
O ALFAIATE Conhecer a fazenda, tirar as medidas, fazer a prova e adicionar os botões são apenas algumas das imensas etapas de construção de uma peça de roupa à medida. Um trabalho de paciência, de mestria, que quase caiu em desuso depois da proliferação dos pronto-a-vestir. Em Famalicão, Luis Alcides ainda resiste às tendências, com todo o saber de décadas de prática.
As ervas medicinais
AS PLANTAS MEDICINAIS A natureza é generosa, não só no alimento, como na cura. Berta Gonçalves aprendeu a reconhecer as plantas que a rodeavam desde a infância e a utilizar o poder curativo de muitas delas para as mais diversas maleitas, da alfavaca à hortelã, da camomila ao capim-santo. Um conhecimento que cada vez menos pessoas conhecem.
O empalhador de Garrafões
O EMPALHADOR DE GARRAFÕES A arte de empalhar garrafões tem muitas décadas. Num tempo em que não existia o plástico nem as embalagens cartonadas, o casamento entre as artes vidreiras e as artes da cestaria permitiu transportar as bebidas, sobretudo o vinho, com maior segurança. Uma garrafa ou um garrafão tecido com vime eram ainda um adorno na casa, pelo que o empalhador de garrafões também se esmerava nos desenhos, deixando sempre a sua marca. Conheça José do Neto, o último dos empalhadores de garrafões em Famalicão da Serra.